Neste ano mais uma vez a comoção nacional é chamada a campo. E para os desavisados, é obvio que o futebol também foi tema de filmes. E eis o que o Cineclube de Bragança foi atrás para exibir aos espectadores bragantinos algumas cenas e imagens sobre o futebol, um “Cinebola”.
Escolhemos três longas e dois curtas para compor quatro sessões ao longo do mês de junho. Pode anunciar aos seus amigos, em sua rádio, pela internet... São filmes que você só encontra no Cineclube de Bragança. Mesmo a exibição do clássico “Pelé Eterno”, que abre as sessões, será diferenciada, uma vez que haverá a apresentação de um DJ, que inserirá uma trilha sonora de músicas brasileiras sobre futebol durante a exibição dos gols eternos de Pelé. Então, por mais que você tenha visto o filme, tenho certeza que assistir na tela grande com um DJ incluindo músicas ao vivo durante a projeção, será algo inédito.
Se “Pelé Eterno” exalta o jogador na sua genialidade e talento único, que fez dele o Rei do Futebol no epíteto dado por Nelson Rodrigues, no filme “Maradona”, de Emir Kusturica, acompanhamos a trajetória extra campo do craque argentino. Tudo começa pela dimensão histórica do garoto de bairros pobres que “vinga” os argentinos mortos nas Malvinas com um gol de mão – a mão de Deus – e outro em que dribla meio escrete bretão. Maradona é um homem que tem uma vida fora do campo tão intensa quando dentro dele. Kusturica é seu fã e dedica a ele um documentário que nos mostra sua vida, suas palavras e sua força carismática no povo, sem fazer um documentário tradicional, quadrado, com pessoas sentadas falando.
Temos ainda um exemplo do Cinema Novo brasileiro na busca de ressaltar o aspecto social e a relação do futebol com a cultura brasileira, descrevendo a vida daquele que também foi uma dos nossos maiores craques e emblemas do futebol arte: “Garrincha, Alegria do Povo”, de Joaquim Pedro de Andrade, rodado nos anos 60, evidencia o quanto o futebol é algo do povo para o povo, mostra como o esporte popular mais conhecido do mundo, encontra no Brasil uma relação íntima entre festa, arte e cultura.
Haverá ainda uma sessão só de curtas metragens – “Curta Futebol” - com a exibição dos filmes “Barbosa”, de Jorge Furtado e “Perigo Negro”, e Rogério Sganzela e “Cartão Vermelho”, de Laís Bodanki.
Por André La Salvia
Serviço:
“Cinebola”
Local: Cineclube de Bragança
Espaço Edith Cultura / Sociedade Ítalo Brasileira
R. Cel. Leme, 176 – Centro – Bragança Paulista – SP
Domingo – 06 de junho às 20h
“Pelé Eterno”- Com discotecagem ao vivo do DJ Galletta
Dir. Aníbal Massaíni. Brasil, 2004, cor. 121 min.Pelé Eterno segue a vida do jogador de futebol mais famoso do mundo: O Brasileiro Pelé. Começando pela sua pobre e difícil infância, até os seus melhores momentos em campo e mostrando outros nunca vistos. E ainda indicam detalhes sobre sua vida profissional e amorosa, além, é claro, de muitos gols e imagens de suas memoráveis jogadas em campo.
Domingo – 13 de junho às 20h
“Maradona”
Dir. Emir Kusturica. Espanha/ França, 2008, cor. 90 min.Figura polêmica, pelo talento no campo ou pela língua afiada, pelo vício em cocaína ou pela proximidade dos regimes de esquerda. O argentino Diego Armando Maradona, considerado um dos mais importantes jogadores de futebol de todos os tempos, ganha um retrato íntimo filmado pelo premiado diretor iugoslavo Emir Kusturica, grande fã de futebol e do craque.
Segunda – 21 de junho às 20h
“Garrincha, alegria do povo”
Dir. Joaquim Pedro de Andrade. Brasil, 1962, p/b, 60min.Consta que este foi o primeiro documentário realizado sobre um esportista no Brasil e, ao contrário do que é comum, foi concluído quando o seu personagem estava em pleno auge. Garrincha morreu pobre, esquecido e viciado em álcool em 1983, mas o que se registra aqui são seus anos de apoteose.
(Devido ao jogo do Brasil no dia 20 de junho, a sessão foi adiada para dia 21, segunda)
Domingo – 27 de Junho às 20h – Curta Futebol
“Barbosa”
Dir. Jorge Furtado e Ana Luíza Azevedo, 1988, cor, 12 min.
Rapaz volta a 16 de julho de 1950 para tentar evitar a falha do goleiro Barbosa, que tirou a Copa do Mundo de Futebol do Brasil em plena inauguração do estádio do Maracanã.
“Perigo Negro”
Dir. Rogério Sganzela. Brasil, 1992, col. 28min.
Ascensão e queda de um jogador de futebol vistas por um torcedor fanático e sua mulher volúvel, deslumbrada pelo cartola Moscosão, que liquida com a carreira do craque. Baseado no roteiro
publicado na “Revista do Brasil” em 1938, extraído do romance “Marco Zero” de Oswald de
Andrade.
“Cartão Vermelho”
Dir. Lais Bodanzki. Brasil, 1994, col. 14min.
Cartão Vermelho, este premiado curta-metragem revela o mundo de Fernanda, uma adolescente
que joga futebol com os meninos.
28 de maio de 2010
25 de maio de 2010
Camarones Orquestra Guitarrística Continua Tour Nacional
Banda faz 15 shows no centro-oeste e sudeste divulgando seu novo disco
Já se foram 17 shows desde o começo do ano para o grupo potiguar Camarones Orquestra Guitarrística, todos eles cumpridos aqui no Nordeste. Agora é a vez do do centro-oeste e sudeste conferirem de perto o rock instrumental do quinteto. “Já tocamos no interior do RN, em palcos no chão, palcos grandes, teatros, festivais, andamos de Campina Grande a Salvador e dessa vez vamos um pouco mais longe”, lembra Léo Martinez, guitarrista da banda.
A Camarones Tour passa nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Anápolis, Goiânia, Uberlândia, Belo Horizonte, São Carlos, Bauru, Campinas e Bragança. “Muitas destas data são em grandes eventos, nossos dois shows em São Paulo são na Virada Cultural e no Sesc Pompéia, no Rio tocamos no Circo Voador, é um passo importante que temos dado para divulgar a banda e conseguir mais shows”, avisa Anderson Foca, tecladista da banda. Além de grandes espaços o Camarones ainda toca no Festival Fora do Eixo no Rio de Janeiro no Bananada em Goiânia, dois grandes eventos do calendário de festivais independentes no Brasil.
Toda a tour do Camarones Orquestra Guitarrística está sendo documentada em vídeo e pode ser acompanhada no portal www.dosol.com.br. No final do ano todo esse material será copilado num DVD que deve ser gravado em Novembro, durante o Festival Dosol 2010. Siga todas as datas da Camarones Tour:
25 de maio – São Carlos/SP – UFSCAR
26 de maio – São Carlos – Ao Vivo – Rádio Ufscar
26 de maio – Bauru/SP
27 de maio – Campinas/SP – Bar do Zé
27 de maio – São Paulo – TV Trama
28 de maio – Bragança Paulista/SP – Taberna Dharma Rock Bar
29 de maio – São Paulo/SP – Sesc Pompéia com Pata de Elefante
16 de julho – Fortaleza (CE) – Órbita
16 de julho – Fortaleza (CE) – Espaço HeyHo
17 de julho – Mossoró (RN) – Centro Cultural Quintura
24 de maio de 2010
Coral Municipal abre inscrições
O Coral Municipal de Bragança Pta. esta com inscrições abertas para novos coralistas! O grupo tem como objetivo trazer princípios de técnica vocal, teoria musical e consciência corporal através de dinâmicas de grupo, canções folclóricas, percussão corporal, aplicados ao repertorio brasileiro e internacional, sob a direção de Sheila Minatti.
Se você canta ou tem vontade de cantar, venha participar conosco! Os ensaios acontecem as segundas-feiras das 15 às 17h no Espaço Edith Cultura/Sociedade Ítalo-Brasileira, R. Coronel Leme nº176.
Inscrição e informações: das 14h às 18h no Espaço Edith Cultura/ Sociedade Ítalo-Brasileira ou pelo telefone: 2277-5563.
Apenas 30 vagas!!!!
Se você canta ou tem vontade de cantar, venha participar conosco! Os ensaios acontecem as segundas-feiras das 15 às 17h no Espaço Edith Cultura/Sociedade Ítalo-Brasileira, R. Coronel Leme nº176.
Inscrição e informações: das 14h às 18h no Espaço Edith Cultura/ Sociedade Ítalo-Brasileira ou pelo telefone: 2277-5563.
Apenas 30 vagas!!!!
19 de maio de 2010
Cinematographo: clássicos do cinema
Próxima sessão: 28 de maio
A Grande Ilusão
(La Grande Illusion, França, 1937) De: Jean Renoir. Drama, 110 min, pb.
Com: Jean Gabin, Pierre Fresnay, Erich Von Stroheim, Marcel Dalio, Julien Carrette, Dita Parlo, Jean Daste, Gaston Modot.
Sinopse: Em 1917, num campo de prisioneiros alemão, no alto de uma montanha, dois inimigos criam laços de amizade, o oficial alemão Von Rauffenstein (Von Stroheim), que dirige o lugar e o seu prisioneiro, Capitão de Boeldieu (Fresnay), ambos de origem aristocrática. Mas a lealdade com a pátria faz com que os oficiais desejem fugir à qualquer preço.
A Grande Ilusão
(La Grande Illusion, França, 1937) De: Jean Renoir. Drama, 110 min, pb.
Com: Jean Gabin, Pierre Fresnay, Erich Von Stroheim, Marcel Dalio, Julien Carrette, Dita Parlo, Jean Daste, Gaston Modot.
Sinopse: Em 1917, num campo de prisioneiros alemão, no alto de uma montanha, dois inimigos criam laços de amizade, o oficial alemão Von Rauffenstein (Von Stroheim), que dirige o lugar e o seu prisioneiro, Capitão de Boeldieu (Fresnay), ambos de origem aristocrática. Mas a lealdade com a pátria faz com que os oficiais desejem fugir à qualquer preço.
Cineclube reiniciará suas atividades em junho
O Cineclube de Bragança, projeto do Espaço Edith Cultura, reiniciará suas atividades a partir do dia 06 de junho, graças a um convênio assinado com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Bragança Paulista. As exibições acontecerão sempre aos domingos, às 20h00. Todas as sessões serão gratuitas.
Com a proximidade da Copa do Mundo, o tema dos filmes do mês de junho será o futebol. O primeiro filme a ser exibido dentro dessa programação será “Pelé Eterno”, de Aníbal Massaíni no dia 06/06. Em seguida, no dia 13/06, será a vez de “Maradona”, de Emir Kusturica. Já no dia 20/06 será exibido “Garrincha, Alegria do Povo”, de Joaquim Pedro de Andrade e no dia 27/06 será a vez dos curtas metragens.
Haverá ainda, no dia 26 de junho, sábado, às 15h00, uma sessão itinerante onde serão apresentados apenas curtas infantis. Essa sessão especial, também gratuita, acontecerá na Igreja de São Benedito, na Vila Bianchi.
Serviço:
Cineclube de Bragança
Espaço Edith Cultura / Sociedade Ítalo Brasileira
R. Cel Leme, 176 – Centro – Bragança Paulista
Tel: 11 2277 - 5563
Sessões ao domingos, 20h. Grátis.
Dia 06 de junho – “Pelé Eterno”
Dir. Aníbal Massaíni. Brasil, 2004, cor. 121 min.
Pelé Eterno segue a vida do jogador de futebol mais famoso do mundo: O Brasileiro Pelé. Começando pela sua pobre e difícil infância, até os seus melhores momentos em campo e mostrando outros nunca vistos. E ainda indicam detalhes sobre sua vida profissional e amorosa, além, é claro, de muitos gols e imagens de suas memoráveis jogadas em campo.
Dia 13 de Junho – “Maradona”
Dir. Emir Kusturica. Espanha/ França, 2008, cor. 90 min.
Figura polêmica, pelo talento no campo ou pela língua afiada, pelo vício em cocaína ou pela proximidade dos regimes de esquerda. O argentino Diego Armando Maradona, considerado um dos mais importantes jogadores de futebol de todos os tempos, ganha um retrato íntimo filmado pelo premiado diretor iugoslavo Emir Kusturica, grande fã de futebol e do craque.
Dia 20 de Junho – “Garrincha Alegria do Povo”
Dir. Joaquim Pedro de Andrade. Brasil, 1962, p/b, 60min.
Consta que este foi o primeiro documentário realizado sobre um esportista no Brasil e, ao contrário do que é comum, foi concluído quando o seu personagem estava em pleno auge. Garrincha morreu pobre, esquecido e viciado em álcool em 1983, mas o que se registra aqui são seus anos de apoteose.
Dia 27 de junho – Curtas relacionados a futebol
(programação a ser definida)
Sessão Itinerante
Igreja de São Benedito
Av. Lindóia – Vila Bianchi
26 de junho - sábado – 15h00.
“Curtas Infantis”
Com a proximidade da Copa do Mundo, o tema dos filmes do mês de junho será o futebol. O primeiro filme a ser exibido dentro dessa programação será “Pelé Eterno”, de Aníbal Massaíni no dia 06/06. Em seguida, no dia 13/06, será a vez de “Maradona”, de Emir Kusturica. Já no dia 20/06 será exibido “Garrincha, Alegria do Povo”, de Joaquim Pedro de Andrade e no dia 27/06 será a vez dos curtas metragens.
Haverá ainda, no dia 26 de junho, sábado, às 15h00, uma sessão itinerante onde serão apresentados apenas curtas infantis. Essa sessão especial, também gratuita, acontecerá na Igreja de São Benedito, na Vila Bianchi.
Serviço:
Cineclube de Bragança
Espaço Edith Cultura / Sociedade Ítalo Brasileira
R. Cel Leme, 176 – Centro – Bragança Paulista
Tel: 11 2277 - 5563
Sessões ao domingos, 20h. Grátis.
Dia 06 de junho – “Pelé Eterno”
Dir. Aníbal Massaíni. Brasil, 2004, cor. 121 min.
Pelé Eterno segue a vida do jogador de futebol mais famoso do mundo: O Brasileiro Pelé. Começando pela sua pobre e difícil infância, até os seus melhores momentos em campo e mostrando outros nunca vistos. E ainda indicam detalhes sobre sua vida profissional e amorosa, além, é claro, de muitos gols e imagens de suas memoráveis jogadas em campo.
Dia 13 de Junho – “Maradona”
Dir. Emir Kusturica. Espanha/ França, 2008, cor. 90 min.
Figura polêmica, pelo talento no campo ou pela língua afiada, pelo vício em cocaína ou pela proximidade dos regimes de esquerda. O argentino Diego Armando Maradona, considerado um dos mais importantes jogadores de futebol de todos os tempos, ganha um retrato íntimo filmado pelo premiado diretor iugoslavo Emir Kusturica, grande fã de futebol e do craque.
Dia 20 de Junho – “Garrincha Alegria do Povo”
Dir. Joaquim Pedro de Andrade. Brasil, 1962, p/b, 60min.
Consta que este foi o primeiro documentário realizado sobre um esportista no Brasil e, ao contrário do que é comum, foi concluído quando o seu personagem estava em pleno auge. Garrincha morreu pobre, esquecido e viciado em álcool em 1983, mas o que se registra aqui são seus anos de apoteose.
Dia 27 de junho – Curtas relacionados a futebol
(programação a ser definida)
Sessão Itinerante
Igreja de São Benedito
Av. Lindóia – Vila Bianchi
26 de junho - sábado – 15h00.
“Curtas Infantis”
10 de maio de 2010
Cineclube: próximas sessões
"Cinematographo: clássicos do cinema"
14 de maio: Os 39 degraus
(Inglaterra, 1935) De Alfred Hitchcook. Suspense. 82 min, pb.Com:Robert Donat, Madeleine Carroll, Lucie Mannheim, Peggy Ashcroft, Godfrey Tearle, John Laurie, Helen Haye
Sinopse: Richard Hannay está de férias em Londres e conhece uma mulher misteriosa que lhe fala alguma coisa sobre o caso de um homem que está sendo perseguido por envolvimento em uma trama de espionagem. Porém, a mulher é assassinada e Richard, mesmo sabendo dos riscos que corre, decide tentar resolver o mistério.
"Estrada do Blues"
15 de maio: Cadillac Records
(EUA, 2008) De Darnell Martin. Drama, 109 mim, cor.
Com: Adrien Brody, Beyoncé Knowles, Emmanuelle Chriqui, Jeffrey Wright, Gabrielle Union, Columbus Short, Cedric the Entertainer, Mos Def.
Sinopse: Sexo, violência e muita música fazem parte deste filme, que recria os anos 50 na gravadora Cadillac Records. Baseada na cidade de Chicago, teve em seu catálogo lendas da música norte-americana, como Muddy Waters, Leonard Chess, Little Walter, Howlin' Wolf, Etta James e Chuck Berry. O filme acompanha suas conturbadas passagens pela gravadora.
Ambas as sessões às 18h.
14 de maio: Os 39 degraus
(Inglaterra, 1935) De Alfred Hitchcook. Suspense. 82 min, pb.Com:Robert Donat, Madeleine Carroll, Lucie Mannheim, Peggy Ashcroft, Godfrey Tearle, John Laurie, Helen Haye
Sinopse: Richard Hannay está de férias em Londres e conhece uma mulher misteriosa que lhe fala alguma coisa sobre o caso de um homem que está sendo perseguido por envolvimento em uma trama de espionagem. Porém, a mulher é assassinada e Richard, mesmo sabendo dos riscos que corre, decide tentar resolver o mistério.
"Estrada do Blues"
15 de maio: Cadillac Records
(EUA, 2008) De Darnell Martin. Drama, 109 mim, cor.
Com: Adrien Brody, Beyoncé Knowles, Emmanuelle Chriqui, Jeffrey Wright, Gabrielle Union, Columbus Short, Cedric the Entertainer, Mos Def.
Sinopse: Sexo, violência e muita música fazem parte deste filme, que recria os anos 50 na gravadora Cadillac Records. Baseada na cidade de Chicago, teve em seu catálogo lendas da música norte-americana, como Muddy Waters, Leonard Chess, Little Walter, Howlin' Wolf, Etta James e Chuck Berry. O filme acompanha suas conturbadas passagens pela gravadora.
Ambas as sessões às 18h.
Festa Punk (Brega) no taberna Dharma
Depois do grande show de segunda (03/05) com Bambix e Vírus no Sistema, na quinta (06/05) tivemos no palco do Taberna Dharma Wander Wildner, Racha Cuca e Árvores de Carvalho; fechando bem esta que foi uma semana rock n' roll.
Primeira banda a tocar, o Árvores de Carvalho mostrou um som consciente com melodias bem trabalhadas. Muitas pessoas na platéia comentaram que o som dos caras remetia ao Pearl Jam, mas uma das músicas remeteu mesmo à Sex Type Thing, do Stone Temple Pilots.
Árvores de Carvalho (mais fotos AQUI)
Na sequência, o Racha Cuca, com seu punk rock direto, rápido e intenso de sempre. A banda ,que já fez vários ótimos shows no saudoso rock na 9, mandou músicas conhecidas do público como Não Sirvo Pra Nada e Ela Bebe Bais que Eu. A saideira foi a já clássica Odeio Rodeio. Punk Rock sem frescuras, é fácil se identificar com o som dos caras. Enquanto existem bandas apegadas à superprodução e ao estrelismo, o Racha Cuca vai na direção contrária, no que faz muito bem.
Racha Cuca (mais fotos AQUI).
Principal atração da noite, o Wander Wildner brindou os fãs nesse seu primeiro show em Bragança com vários hits de sua carreira. Quem acompanha o cara faz tempo não saiu da frente do palco e cantou todas as canções. Quem não conhecia tanto, também curtiu, à distância ou não, o agradável punk-brega-romântico do gaúcho.
Wander Wildner (mais fotos AQUI).
Wander abriu o show com La Canción Inesperada, de seu mais recente álbum, seguida da conhecida Bebendo Vinho, que animou de vez o Taberna Dharma. A partir daí, seguiram canções como Eu não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro, Lugar do Caralho (do Jupiter Maçã, regravada por WW no álbum Baladas Sangrentas),Um Bom Motivo e Eu Tenho Uma Camiseta Escrita Eu Te amo. Rolou também Festa Punk, clássico dos Replicantes, banda na qual Wander Wildner cantou nos anos 1980.
Amigos, boa música e cerveja. Ninguém precisa de muito mais do que isso pra ser feliz.
Fotos por: Francine Romagnoli.
Texto por: Thiago Capodeferro.
Para ver mais fotos do show,acesse o Flickr do Edith Cultura.
SIGA, o Edith Cultura no twitter @edithcultura
Primeira banda a tocar, o Árvores de Carvalho mostrou um som consciente com melodias bem trabalhadas. Muitas pessoas na platéia comentaram que o som dos caras remetia ao Pearl Jam, mas uma das músicas remeteu mesmo à Sex Type Thing, do Stone Temple Pilots.
Árvores de Carvalho (mais fotos AQUI) Na sequência, o Racha Cuca, com seu punk rock direto, rápido e intenso de sempre. A banda ,que já fez vários ótimos shows no saudoso rock na 9, mandou músicas conhecidas do público como Não Sirvo Pra Nada e Ela Bebe Bais que Eu. A saideira foi a já clássica Odeio Rodeio. Punk Rock sem frescuras, é fácil se identificar com o som dos caras. Enquanto existem bandas apegadas à superprodução e ao estrelismo, o Racha Cuca vai na direção contrária, no que faz muito bem.
Racha Cuca (mais fotos AQUI). Principal atração da noite, o Wander Wildner brindou os fãs nesse seu primeiro show em Bragança com vários hits de sua carreira. Quem acompanha o cara faz tempo não saiu da frente do palco e cantou todas as canções. Quem não conhecia tanto, também curtiu, à distância ou não, o agradável punk-brega-romântico do gaúcho.
Wander Wildner (mais fotos AQUI).Wander abriu o show com La Canción Inesperada, de seu mais recente álbum, seguida da conhecida Bebendo Vinho, que animou de vez o Taberna Dharma. A partir daí, seguiram canções como Eu não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro, Lugar do Caralho (do Jupiter Maçã, regravada por WW no álbum Baladas Sangrentas),Um Bom Motivo e Eu Tenho Uma Camiseta Escrita Eu Te amo. Rolou também Festa Punk, clássico dos Replicantes, banda na qual Wander Wildner cantou nos anos 1980.
Amigos, boa música e cerveja. Ninguém precisa de muito mais do que isso pra ser feliz.
Fotos por: Francine Romagnoli.
Texto por: Thiago Capodeferro.
Para ver mais fotos do show,acesse o Flickr do Edith Cultura.
SIGA, o Edith Cultura no twitter @edithcultura
6 de maio de 2010
Entrevista com Wander Wildner
Prestes a tocar pela primeira vez em Bragança Paulista, o gaúcho Wander Wildner concedeu uma rápida entrevista por e-mail ao blog do Edith Cultura. O ex-vocalista do Replicantes falou sobre a expectativa para o show e sobre música em geral. Confira!

Blog do Edith Cultura: No meio independente, você é um dos artistas que mais rodou pelo país. O que espera do show em Bragança Paulista?
Wander Wildner: Vai ser meu primeiro show em Bragança, espero que seja legal, vai ter duas outras bandas, estou curioso para conhecer o lugar e participar da cena local, acho que vai ser uma noite bacana.
Blog do Edith Cultura: Como foi a transição do punk para sua música atual, o chamado punk-brega? Quando você decidiu seguir por esse caminho?
Wander Wildner: Os replicantes, banda gaúcha da qual participei por vários anos, não era uma banda punk, até porque não éramos punks, nós fazíamos punk rock e sempre experimentamos muitos nas músicas. Se forem ouvir os quatro primeiros discos dos Replicantes, dá pra sacar que tem muitas músicas bem distintas, o resultado de cinco cabeças pensantes.
Na minha carreira solo, são só as minhas influências, mas também sempre estou experimentando e descobrindo coisas novas e também resgatando coisas antigas, como o folk, a musica regional brasileira e a música latino americana. Meu último disco, La Cancion Inesperada, de 2008, tem esse título exatamente porque cada musica vai numa direção.
BED: Há algum nome promissor na cena rock/independente gaúcha que você destacaria e em que devemos ficar de olho?
WW: Gosto muito da Superguidis e da Bandinha Di Dá Dó.
BED: O que tem ouvido ultimamente?
WW: Fora os mais conhecidos Kings of Leon e The Gossip, tenho ouvido muita coisa tradicional, grupos latino americanos como Malpaso e Sonido Top de Montevideo, Fernandez Fierro, El Arranque e Dolores de Buenos Aires.
BED: Depois de tantos anos de estrada, que dica você daria para as bandas da nova geração, que estão começando agora?
WW: Ouçam todos os estilos de música, pesquisem bem o meio no qual vão se meter para ver se terão culhão para permanecer nele. Abraço y Arriba!
4 de maio de 2010
Segundona com muito punk rock
Wick, a vocalista do Bambix, resumiu bem a noite desta segunda quando subiu no palco do Taberna Dharma: "monday is a good day for a punk rock" - ela disse. E está coberta de razão.
A cada show na segunda-feira mais e mais pessoas concordam com isso. Essa edição da Segunda Party Total foi sem dúvida a que mais atraiu público. Aos poucos, isso tende a se tornar um hábito. Não existem as pessoas que fazem o chamado "happy hour" (por mais horrível que seja essa expressão...) depois do expediente? Pois bem, em algumas segundas do mês o "happy hour" é rock n' roll! (aí já melhora bastante...)
Abrindo a noite linda de ontem, os caras do Vírus no Sistema com seu hardcore-punk cheio de contestação. Som com muita energia, pesadão e crítico. O Vírus deixa bem claro sua posição e suas idéias, sem meias palavras. É o tipo de banda que canta sua ideologia; que tem algo a dizer e faz da sua música um megafone pela sua causa. A banda, bastante conhecida na cena local, gritou seu inconformismo em canções como Eles não pensam e Big Burguesia. O show foi curto, mas bastante intenso e direto.
Sem dar tempo de respirar direito, o Bambix, pela segunda vez em Bragança, começou a mandar seu som. Wick fez questão de dizer "Bragança, i remember", referindo-se à última passagem da banda por aqui, em 2003. Já nos primeiros acordes, o público começou a cantar junto, pular e agitar uma roda. O Bambix é uma banda com história; surgiu em 1992, com uma formação só com mulheres, e não seria exagero dizer que serviu (e serve, ainda bem!) de inspiração para tantas outras bandas do mesmo tipo que vieram depois.
Bambix (foto por Francine Romagnoli. Mais fotos aqui.)
Com um bom tempo de estrada e passagens por festivais importantes da Europa (como Dynamo e Rostock), o trio mandou diversos hits de sua carreira. A boa surpresa do show ficou por conta da participação de André, vocalista do Nitrominds, que subiu ao palco para cantar uma música com os velhos parceiros. Com melodias que fazem a gente cantar junto mesmo sem saber a letra, a energia do punk rock e a velocidade do hardcore, o Bambix mostrou muita competência. Não é a toa que já tocaram com nomes como NOFX, Bad Religion e Pennywise.
Quem colou no show com certeza saiu do Taberna Dharma se sentindo um privilegiado por ter uma banda do porte e história do Bambix e da qualidade do Vírus no Sistema tocando na sua cidade. E numa segunda feira! Lembrando que quinta (06/05) ainda tem Wander Wildner + Racha Cuca + Árvores de Carvalho. Esse ano promete...
Texto por: Thiago Capodeferro
Fotos por: Francine Romagnoli
Mais fotos do do show no Flickr do Espaço Edith, basta clicar AQUI!
SIGA o Edith Cultura no twitter: @edithcultura
A cada show na segunda-feira mais e mais pessoas concordam com isso. Essa edição da Segunda Party Total foi sem dúvida a que mais atraiu público. Aos poucos, isso tende a se tornar um hábito. Não existem as pessoas que fazem o chamado "happy hour" (por mais horrível que seja essa expressão...) depois do expediente? Pois bem, em algumas segundas do mês o "happy hour" é rock n' roll! (aí já melhora bastante...)
Abrindo a noite linda de ontem, os caras do Vírus no Sistema com seu hardcore-punk cheio de contestação. Som com muita energia, pesadão e crítico. O Vírus deixa bem claro sua posição e suas idéias, sem meias palavras. É o tipo de banda que canta sua ideologia; que tem algo a dizer e faz da sua música um megafone pela sua causa. A banda, bastante conhecida na cena local, gritou seu inconformismo em canções como Eles não pensam e Big Burguesia. O show foi curto, mas bastante intenso e direto.
Sem dar tempo de respirar direito, o Bambix, pela segunda vez em Bragança, começou a mandar seu som. Wick fez questão de dizer "Bragança, i remember", referindo-se à última passagem da banda por aqui, em 2003. Já nos primeiros acordes, o público começou a cantar junto, pular e agitar uma roda. O Bambix é uma banda com história; surgiu em 1992, com uma formação só com mulheres, e não seria exagero dizer que serviu (e serve, ainda bem!) de inspiração para tantas outras bandas do mesmo tipo que vieram depois.
Bambix (foto por Francine Romagnoli. Mais fotos aqui.)Com um bom tempo de estrada e passagens por festivais importantes da Europa (como Dynamo e Rostock), o trio mandou diversos hits de sua carreira. A boa surpresa do show ficou por conta da participação de André, vocalista do Nitrominds, que subiu ao palco para cantar uma música com os velhos parceiros. Com melodias que fazem a gente cantar junto mesmo sem saber a letra, a energia do punk rock e a velocidade do hardcore, o Bambix mostrou muita competência. Não é a toa que já tocaram com nomes como NOFX, Bad Religion e Pennywise.
Quem colou no show com certeza saiu do Taberna Dharma se sentindo um privilegiado por ter uma banda do porte e história do Bambix e da qualidade do Vírus no Sistema tocando na sua cidade. E numa segunda feira! Lembrando que quinta (06/05) ainda tem Wander Wildner + Racha Cuca + Árvores de Carvalho. Esse ano promete...
Texto por: Thiago Capodeferro
Fotos por: Francine Romagnoli
Mais fotos do do show no Flickr do Espaço Edith, basta clicar AQUI!
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