28 de julho de 2011

Fim de semana movimentado na Serrinha

Shows, filmes, bate - papo. Tudo isso faz parte do último fim de semana do Festival de Arte Serrinha.


A noite de sexta, dia 29/07,  começa às 19h  com a exibição do filme "Dzi Croquettes", dirigido por Tatiana Issa e Raphael Alvarez. O documentário resgata a trajetória dos atores/bailarinos que se tornaram símbolos da contracultura ao confrontar a ditadura usando a ironia e a inteligência. 


Os espetáculos revolucionaram os palcos com performances de homens com barba cultivada e pernas cabeludas, que contrastavam com sapatos de salto alto e roupas femininas. O grupo se tornou um enorme mito na cena teatral brasileira e parisiense nos anos 70. Com depoimentos de Liza Minnelli, Gilberto Gil, Nelson Motta, Pedro Cardoso. Miguel Falabella, Ney Matogrosso, Marília Pêra, e Cláudia Raia, entre outros.


Após a exibição, será a vez da mesa redonda sobre o filme em mais uma edição das "Conversas Circulares", com a partipação de Bayard Tonelli, ex- integrante do Dzi Croquettes, e dos estilistas  Dudu Bertholini e Clô Orozco.


Logo após o bate-papo, por volta das 22h, é a vez do pocket show da cantora baiana Márcia Castro. É a segunda vez que Márcia participa do Festival de Arte Serrinha. A primeira foi em 2009.



O Cine Rancho apresenta na sexta, dia 29 e no sábado, dia 30, às 21h, o filme "Estômago", com direção de Marcos Jorge. Estômago é a história da ascensão e queda de Raimundo Nonato,  interpretado por João Miguel,  um cozinheiro com dotes muito especiais. Trata de dois temas universais: a comida e o poder. Mais especificamente, a comida como meio de adquirir poder. E pode ser definido como “uma fábula nada infantil sobre poder, sexo e culinária". Após a sessão haverá bate- papo com o diretor.  



Também no sábado, dia 30, Arnaldo Antunes faz show no Galpão Busca Vida, apresentando o show "Ao Vivo Lá em Casa".  A gravação do show, dirigido por Andrucha Waddington,  recebeu o prêmio de melhor DVD 22º Prêmio da Música Brasileira este ano.




No dia 31, encerramento do Festival, acontecerão dois enventos com a participação de Carlinhos Brown. O primeiro é um encontro onde o músico, cantor e compositor conversará com o público sobre sua vida, a música e a percurssão. O segundo será um show no Lago do Toaboão. O encontro acontecerá no NAPA às 14 e o show na Arena do Lago, a partir das 16h, com abertura das bandas Leptospirose e Tigre Dente de Sabre. Mais informações sobre o encerramento:

Obs: Todos os eventos são gratuitos, exceto o show de Arnaldo Antunes.

Serviço:


Fazenda Serrinha
Acesso pelo km 20 da Fernão Dias. Estrada da Serrinha, K 03 – Água Comprida


Cine Rancho
Estrada de Piracaia,Km 3, Saída Km 79 da Rodovia Padre Aldo Bolinni


Pontos de venda de ingressos para o show de Arnaldo Antunes:

Bragança: Açaí BR - Beb’s Tudo - Kalahary
Piracaia: Café da Dana / Posto Gás One
Atibaia: 775
Itatiba: Marajá Calçados

Mais informações no site do Festival: http://festivaldearteserrinha.uol.com.br/

27 de julho de 2011

Carlinhos Brown encerra Festival de Arte Serrinha


Neste domingo, dia 31, chega ao fim o 10° Festival de Arte Serrinha. Diferente das outras edições, o show encerramento será realizado no Lago do Taboão, como parte do Circuito Cidade. O projeto, feito em parceria com o Festival de Inverno de Bragança Paulista, terá ainda encontro com Carlinhos Brown.


Neste encontro o músico, cantor e compositor conversará com o público sobre sua vida, a música e a percussão. Trata-se de uma oportunidade única para compartilhar experiências e será um aperitivo para o show de encerramento.


Foto de João Meirelles

O encontro acontecerá no domingo, dia 31/07, às 14h, no NAPA. O show de encerramento acontecerá no mesmo dia, a partir das 16h, no Lago do Taboão. A abertura do show ficará por conta das bandas bragantinas Leptospirose e Tigre Dente de Sabre.


Foto de João Meirelles
 Carlinhos Brown é um dos artistas mais criativos, atuantes e inovadores do atual cenário da música brasileira. Com múltiplos talentos, Brown se destaca como cantor, músico, produtor, arranjador e agitador cultural. Mas o que o projetou internacionalmente foi a percussão, que tem lugar especial no intrincado mosaico de aptidões naturais do artista. (Clipe: http://vimeo.com/6756573)

Foto de João Meirelles

O Leptospirose é uma banda de hardcore com dez anos de estrada e três álbuns oficiais lançados. Já tocou em quatro das cinco regiões do Brasil e nos países: Argentina, Uruguai, Alemanha, Holanda e Polônia. (Clipe: http://vimeo.com/25945761)


Foto de Fran Romagnolli

O Tigre Dente de Sabre mistura música erudita com música eletrônica, sintetizadores sombrios e atmosferas grandiosas, o que faz com a sua música soe como uma festa eletrônica.
(Clipe: http://vimeo.com/23495326)





Serviço:

ENCONTRO COM CARLINHOS BROWN
Data: 31/julho às 14h
Local: NAPA – Núcleo de Apoio ao Professor e ao Aluno
End: Rua São Bento, s/nº - Vila Aparecida
Recomendação etária: 10 anos
Sujeito a lotação. Retire seu convite com antecedência no Museu Municipal, Museu do Telefone, Casinha de Informações do Lago, Biblioteca Municipal, Casa de Cultura e Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

SHOW DE ENCERRAMENTO COM CARLINHOS BROWN
Data: 31/julho às 17h30
Local: Arena do Lago do Taboão
Abertura: Leptospirose e Tigre Dente de Sabre - a partir das 16h

Hoje na Fazenda Serrinha

Hoje às 19h, acontece o segundo bate-papo do ciclo de palestras “Conversas Circulares”, que trará artistas de diversas áreas de atuação, na Fazenda Serrinha.



O encontro terá como tema “Dramaturgia” e contará com a presença de Ivam Cabral, ator e fundador da Cia.  de Teatro "Os Satyros";  Marçal Aquino, jornalista, escritor e roteirista de cinema e com Marília Toledo, dramaturga de teatro infantil e juvenil.



A participação é gratuita.

26 de julho de 2011

Crianças do Núcleo Arte e Educação conhecem as "Pets"

A intervenção “Pets” do artista plástico Eduardo Srur, exposta no Lago do Taboão no último fim de semana, foi tema de atividade educacional com crianças do Núcleo Arte e Educação, projeto do Festival de Arte Serrinha em parceria com o Festival de Inverno de Bragança Paulista.

Foto de Guilherme Yuji
O próprio artista, Eduardo Srur, encontrou crianças dos bairros Toró, Parque do Estados e Água Comprida e conversou com elas às margens do lago. Atentos, os pequenos ouviram o artista falar sobre a obra: “Durante à noite, as garrafas ficam acesas pra gente não esquecer que o lixo que jogamos na rua está ali, mesmo no escuro”.

Foto de Guilherme Yuji
Para Aline Pires Araújo, coordenadora do Núcleo Arte e Educação, conhecer a obra e encontrar Edurdo Srur foi importante para que as crianças pudessem perceber o que realmente significa a obra de arte. “Eles começam a entender que o universo da arte vai além do fato de que é bonito, traz junto uma consciência”.



Foto de Guilherme Yuji
Aline ainda ressaltou que para eles, conhecer o autor das “Pets”, é ver que o artista também é de carne e osso. “Quando falei do encontro, os olhinhos deles até brilhavam. Eles viram que o artista não é inatingível.”

Foto de Guilherme Yuji

Sobre o questionamento ambiental da obra, Aline diz que o que as crianças aprenderam ali, levarão pra casa: “São coisa que podem mudar o dia-a-dia delas. Aprendem a ter olhar crítico.”
Posteriormente, as “Pets” serão transformadas em mochilas.

Foto de Guilherme Yuji

24 de julho de 2011

Corpo e movimento são destaque no Festival de Arte Serrinha

Oficina gratuita de Ivaldo Bertazzo tem vagas esgotadas

Confira a programação semanal de oficinas do Festival de Arte Serrinha:


IVALDO BERTAZZO
25 de julho
REEDUCAÇÃO DO MOVIMENTO - a oficina oferecerá ao participante uma experiência prática do método de reeducação do movimento a partir de exercícios que utilizam o corpo na sua totalidade, usando apoios adequados, resistência contra o solo e descompressão articular.


OS SATYROS
26 a 30 de julho
O trabalho do artista no Teatro Veloz dos Satyros - a oficina parte do estudo das técnicas do Teatro Veloz, conjunto de exercícios e atividades utilizados na preparação do elenco das peças da Cia. Os Satyros. Serão realizados exercícios de preparação integral do ator e de improvisação baseada em temas cotidianos. No final da oficina, os participantes irão realizar um experimento teatral. (mais informações no site)


BENÉ FONTELES
26 a 30 de julho
LIVRO DE ARTISTA - levando-se em conta que o livro é o suporte do qual partem muito artistas, e que funciona como um sopro inicial de suas criações, a oficina de Bené Fonteles pretende, a partir de um mergulho na história da arte – do Renascimento ao século XX -, estabelecer relações estreitas do livro de artista com as ambiências naturais da Fazenda Serrinha.




JORGE GARCIA E LA TINTOTA
26 a 30 de julho
ENTRE O CORPO E A CÂMERA - oficina se foca na realização de videodança e videoperformance a partir de um processo experimental, no qual a criação acontece na relação entre o corpo e o espaço. A elaboração e a inserção de elementos plásticos e sonoros também são objetos desta oficina.



23 de julho de 2011

“Não É Possível” faz ultima apresentação no Festival de Inverno

Sessões de cineclube e música são sucesso de público

O “Não é Possível! Cinema e Som” é a versão contemporânea de uma prática que nasceu junto com o cinema: exibições de filmes acompanhadas de apresentações musicais. O resgate dessa técnica tem a intenção de ampliar a experiência audiovisual do espectador, a partir da união de filmes e músicos, que executarão a trilha sonora do filme ao vivo.



Nesta segunda, dia 25 será a última apresentação do projeto “Não É Possível! Cinema e Som” no Festival de Inverno 2011. O filme exibido será o documentário “The History of Anvil”, que já foi apresento em diversos festivais pelo mundo. Diferente de outros documentários sobre música, o filme, mostra o lado da dificuldade, decepções, fracasso e a falta de reconhecimento pelo qual passou e ainda passa a banda “Anvil”, que foi influência para nomes de peso, como o Metallica.



A parte musical ficará a cargo da banda Vendo 147, a mais elogiada banda de rock instrumental baiana, famosa por inovar no chamado clone drum, onde dois bateristas tocam ao mesmo tempo e dividem o mesmo bumbo.





Serviço:

Não É Possível! Cinema e Som” no Festival de Inverno
“The History of Anvil’ + Vendo 147
25/07, segunda, às 20h. Grátis
Museu Oswaldo Russomano
End. R. Cel João Leme, 520

21 de julho de 2011

Festival de Arte Serrinha tem programação intensa no fim de semana

Show de Tulipa Ruiz, Conversas Circulares e Cine Rancho fazem parte da programação

Festival de Arte Serrimha
O 10° Festival de Arte Serrinha – A Arte do Encontro tem programação intensa e variada neste fim de semana. Desde a sua primeira edição, a organização elabora uma programação que valoriza as diversas manifestações culturais, promovendo a experimentação e o diálogo entre as artes num cenário singular e inspirador.

Festival de Arte Serrinha

Na sexta, dia 22/07, às 19h, acontecerá o primeiro bate-papo do ciclo de palestras “Conversas Circulares”, que trará artistas de diversas áreas de atuação, na Fazenda Serrinha. O encontro terá como tema “Arte e Natureza” e contará com a presença de Marcelo Araújo, museólogo e diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo; Hugo França, designer que tem como matéria-prima árvores centenárias mortas pela ação homem e Bené Fonteles, artista plástico, poeta, compositor e curador de exposições notáveis. A participação é gratuita.

Festival de Arte Serrinha
Ainda no dia 22, às 22h a mineira Raquel Coutinho fará um pocket show na Fazenda Serrinha. Explorando um universo de sonoridades, batuques com linguagem digital, seu som revela a influência dos tambores de congado e candomblé, que se fundem às mais diversas texturas sonoras orgânicas e digitais. O evento é gratuito.

Raquel Coutinho
Dentro da programação do Festival de Arte Serrinha também acontecem as sessões gratuitas de cinema do Cine Rancho. No dia 22, às 21h, o filme exibido será “Reflexões de um liquidificador”, que fala de um filosófico liquidificador e sua amizade com Elvira, uma dona de casa que passa por um momento agitado em sua vida. O diretor do longa, André Klotzel estará presente na exibição.


No dia 23, também às 21h, o filme será “Luz nas Trevas”, dirigido por Helena Ignêz, e que tem Ney Matogrosso como protagonista. O longa é a continuação do clássico “O Bandido da Luz Vermelha”, de Rogério Sganzerla. Helena Ignêz também acompanhará a exibição.


Para encerrar bem o fim de semana, no sábado, a cantora Tulipa Ruiz fará show no Galpão Busca Vida. Desde o primeiro show solo, em 2008, Tulipa coleciona elogios da crítica e aumenta a cada apresentação seu público cativo.


No meio de tudo isso ainda haverá espaço para as oficinas que acontecem na Serrinha, nos dias 23 e 24: “Memórias Gustativas e processos criativos”, com a Chef Bel Coelho; “Vinhos”, com o sommelier Vicente Jorge e “Soluções Verdes”, com o arquiteto Marcelo Faisal. As oficinas já estão com vagas esgotadas.

Festival de Arte Serrinha

Serviço:

Fazenda Serrinha
Acesso pelo km 20 da Fernão Dias. Estrada da Serrinha, K 03 – Água Comprida


Cine Rancho
Estrada de Piracaia,Km 3, Saída Km 79 da Rodovia Padre Aldo Bolinni

Pontos de venda de ingressos para o show de Tulipa Ruiz:
Bragança: Açaí BR - Beb’s Tudo - Kalahary
Piracaia: Café da Dana / Posto Gás One
Atibaia: 775
Itatiba: Marajá Calçados

Mais informações no site do Festival: http://festivaldearteserrinha.uol.com.br/

Intervenção “Pets” de Eduardo Srur

Garrafas de refrigerante gigantes ficarão no Lago do Taboão

O Circuito Cidade – Festival de Arte Serrinha em parceria com o Festival de Inverno de Bragança Paulista, traz  uma intervenção artística surpreendente: a obra “Pets”, de Eduardo Srur. “Pets” é uma intervenção urbana com esculturas gigantes na forma de garrafas de refrigerante.

Projeto "Pets" no Lago do Taboão

A obra, que já permaneceu por 60 dias nas margens do Rio Tietê, em São Paulo, ficará exposta nas águas do Lago do Taboão nos dias 22 a 24/07. A obra tem a intenção de propor ao público a reflexão em relação aos problemas urbanísticos causados pela poluição.



Eduardo Srur é um artista visual que investiga mídias como fotografia, escultura, vídeo, performance, instalação e intervenção urbana. Sua produção atual caracteriza-se por exposições temporárias no espaço público que alteram a paisagem da cidade e questionam o sistema social de forma crítica e humorada.

"Sobrevivência" de Eduardo Srur, em monumento de São Paulo

É criador de obras como ‘Âncora’, no Monumento as Bandeiras; ‘Touro Bandido’, na Cow Parade; ‘Caiaques’, no rio Pinheiros; e ‘Acampamento dos Anjos’, no Hospital da Mulher, na cidade de São Paulo, entre outras.

"Caiaques", de Eduardo Srur, no Rio Pinheiros
Realizou trabalhos em espaços públicos e instituições culturais no Brasil e exterior. Participou de exposições na França, Suiça, Espanha, Holanda, Inglaterra, Alemanha, Itália e Cuba.


Serviço:

Circuito Cidade – Festival de Arte Serrinha
ARTES VISUAIS
“Intervenção urbana – PETS”
Eduardo Srur
20 a 24 de julho
Lago do Taboão

19 de julho de 2011

Dudu do banjo e banda Papadú

Nesta quinta 21/7 o Festival de Inverno de Bragança Paulista , em parceria com a OSCIP Edith Cultura, receberá o grupo PAPADU, que é composto pelo mestre do banjo Dudu do Banjo e seus filhos Ícaro e Emanuel. O evento acontecerá no Mercado Municipal de Bragança as 19H e a entrada é FRANCA!



ESCUTE O SOM DO GRUPO
http://www.myspace.com/bandapapadu

ASSISTA O GRUPO AO VIVO



CONHEÇA MAIS A HISTÓRIA DO DUDU DO BANJO

Francisco Eduardo de Souza Pereira, o Dudu do Banjo, começou sua carreira musical em meados da década de 50, quando passou a tocar na Paulistânia Jazz Band, junto com Booker Pittman, um dos principais “jazzistas” da época. Em 58, influenciado pela febre do rock, que começa a surgir no Brasil, Dudu largou o banjo, comprou uma guitarra elétrica e montou o grupo The Avalons. Dois anos mais tarde volta a tocar jazz ao lado de Dick Farney, com quem apresentava o famoso espetáculo de música Jam Session da Folha de São Paulo. Em 62, Dudu vai para a Europa com a cantora Miúcha, irmã de Chico Buarque e Baden Powell, seu “companheiro de cerveja”. Em países como França, Grécia e Itália, o trio tocava jazz, rock e bossa nova em lugares turísticos e metrôs. De volta ao Brasil, em 69, Dudu passa a morar em Ubatuba, litoral de São Paulo. Quatro anos mais tarde, começa a tocar na Traditional Jazz Band, com a qual viajou para os Estados Unidos. E, hoje, depois de ficar alguns anos longe da música, Dudu volta aos palcos ao lado dos filhos com a Banda Papadu.

NÃO PERCA ESTE EVENTO!!!
DUDU DO BANJO NO MERCADO MUNICIPAL DE BRAGANÇA
NESTA QUINTA-FEIRA 21/07 AS 19H
GRÁTIS!

fonte: http://www.fotolog.com.br/escolaeletrica/63136645

Núcleo Arte Educação dissemina cultura

 “Em meio à natureza e a cidade, a fim de disseminar cultura, o Núcleo de Arte Educação vem promover o acesso de crianças e adolescentes à arte e suas diversas manifestações, tornando um fio condutor para a formação consciente de cidadania, capaz de dialogar e transformar o mundo.”

Foto: Gulherme Yuji

 As atividades do Núcleo Arte Educação já começaram! Na semana de 11 a 15/07, o grupo Baque Lua Cris apresentou às crianças dos bairros Água Comprida, Penha e Parque dos Estados o projeto “Vim Aqui Pra Batucar”. A oficina trabalhou com os pequenos a dinâmica da percussão corporal, construção de instrumentos musicais, entre outras atividades. No sábado, 23/07 haverá a apresentação musical das atividades realizadas.

Foto: Gulherme Yuji


Já nesta semana, do dia 18 ao dia 21/07, as atividades com as crianças ficarão por conta do Cia. Paraladosanjos. A Cia. se destaca no cenário artístico nacional pela ousadia, inovação e seriedade contidas nos seus trabalhos nos últimos sete anos.

Foto: Gulherme Yuji
 O projeto proposto às crianças dos três bairros é a oficina “Brincando Nas Nuvens”, cujo objetivo é desenvolver atividades para o aprendizado de técnicas teatrais e acrobáticas que potencializem o espírito criativo de cada indivíduo e do coletivo. Entre as técnicas circenses apresentadas durante a oficina estarão acrobacias em trapézio e tecido e mini-trampolim. Com essas atividades os participantes terão a oportunidade de enriquecer a auto-estima a cada limite psico-corporal superado nos aparelhos.
Foto: Gulherme Yuji
O Núcleo Arte Educação acontece através da parceria entre o Circuito Cidade - Festival de Arte Serrinha e o Festival de Inverno de Bragança Paulista.

16 de julho de 2011

"Uma noite em 67" + Os Rélpis

Depois de o sucesso de "Pioneiros e Primitivos" + Giant Steps, o "Não É Possível! Cinema e Som" no Festival de Inverno dá vez à era dos festivais. Nesta segunda, dia 18/07 o Cineclube do Espaço Edith Cultura, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo apresenta "Uma noite em 67" +  a apresentação da banda "Os Rélpis".

O “Não é Possível! Cinema e Som” é a versão contemporânea de uma prática que nasceu junto com o cinema: exibições de filmes acompanhadas de apresentações musicais. O resgate dessa técnica tem a intenção de ampliar a experiência audiovisual do espectador, a partir da união de filmes e músicos, que executarão a trilha sonora do filme ao vivo.

Uma noite em 67

Era 21 de outubro de 1967. No Teatro Paramount, centro de São Paulo, acontecia a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Diante de uma plateia fervorosa - disposta a aplaudir ou vaiar com igual intensidade -, alguns dos artistas hoje considerados de importância fundamental para a MPB se revezavam no palco para competir entre si. As canções se tornariam emblemáticas, mas até aquele momento permaneciam inéditas. Entre os 12 finalistas, Chico Buarque e o MPB 4 vinham com “Roda Viva”; Caetano Veloso, com “Alegria, Alegria”’; Gilberto Gil e os Mutantes, com “Domingo no Parque”; Edu Lobo, com “Ponteio”; Roberto Carlos, com o samba “Maria, Carnaval e Cinzas”; e Sérgio Ricardo, com “Beto Bom de Bola”. A briga tinha tudo para ser boa. E foi. Entrou para a história dos festivais, da música popular e da cultura do País.


“É naquele momento que o Tropicalismo explode, a MPB racha, Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, e se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época”, resume o produtor musical, escritor e compositor Nelson Motta. O Festival de 1967 teve o seu ápice naquela noite. Uma noite que se notabilizou não só pelas revoluções artísticas, mas também por alguns dramas bem peculiares, em um período de grandes tensões e expectativas. Foi naquele dia, por exemplo, que Sérgio Ricardo selou seu destino artístico ao quebrar o violão e atirá-lo à plateia depois de ser duramente vaiado pela canção “Beto Bom de Bola”.


O documentário Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, mostra os elementos que transformaram aquela final de festival no clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. Para tanto, o filme resgata imagens históricas e traz depoimentos inéditos dos principais personagens: Chico, Caetano, Roberto, Gil, Edu e Sérgio Ricardo. Além deles, algumas testemunhas privilegiadas da festa/batalha, como o jornalista Sérgio Cabral (um dos jurados) e o produtor Solano Ribeiro, partilham suas memórias de uma noite inesquecível.

Gil canta  "Domingo no Parque"

Sinopse

No teatro: aplausos, vaias, um violão quebrado, guitarras estridentes. No palco: os jovens Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Roberto Carlos, Edu Lobo e Sérgio Ricardo. As músicas: “Roda Viva”, “Ponteio”, “Alegria, Alegria”, “Domingo no Parque”. E só um deles sairia vencedor. Isso é Uma Noite em 67, um convite para viver a final do Festival da Record que mudou os rumos da MPB.

Caetano canta "Alegria, Alegria"

Contexto histórico

Entre 1965 e 1972, o Brasil viveu o auge do que ficou conhecido como a Era dos Festivais. Organizados pelas TVs Record, Excelsior, Globo e Rio em forma de programas de auditório, os festivais eram grandes competições da música brasileira que se mostraram capazes de mobilizar a população tanto quanto uma disputa de clássicos no futebol.

Roberto canta "Maria, Carnaval e Cinzas"
Nesses programas, novos compositores e intérpretes ganhavam espaço para mostrar seu talento. Nomes como Elis Regina, Jair Rodrigues, Edu Lobo, Nara Leão, Chico Buarque, Caetano Veloso, Jorge Ben e Raul Seixas emocionaram multidões em apresentações históricas, sedimentaram suas carreiras e ajudaram a fazer a transição do intimismo da bossa nova e do samba-canção para a encruzilhada de possibilidades da MPB. Tradição e modernidade se desentenderam e fizeram as pazes nos festivais – especialmente no da TV Record, de 1967, no qual as tensões políticas do País ajudaram a esquentar uma já quente briga. O saldo da edição foi um violão quebrado, uma MPB inaugurada e algumas canções imortalizadas.

Chico e o MPB 4 cantam "Roda Viva"
 Fonte: http://www.umanoiteem67.com.br/
 
Os Rélpis
 
Banda araraquarense com três anos de estrada, trás na bagagem muito experimetalismo sonoros, um visual que atrai até os olhares menos atentos, passagem por mais de vinte festivais pelo Brasil e dois álbuns (“Cá do meio de lá” e “Do fruto, o escracho monumental caramelizado”). (...)


 Os Rélpis dão sentido à bricolagem artística misturando sonoridades que partem da tradição de música popular ao moderno rock, buscando evidenciar o hibridismo musical que compõe a formação musical da banda de forma hilária e cômica, assim retomam aspectos que lembram o tropicalismo e a antropofagia cultural da década de 60. Essa mescla de elementos musicais variados traz também a "quebra" das categorias que definiriam a identidade da banda, podendo, esta, ser chamada de grupo de "rock", ou de "MPB", ou de "baião", ou de ”blues”, mas sendo na realidade, uma nova expressão de toda essa diversidade que não se caracteriza por delimitar-se dentro de um estilo, mas por flutuar entre diversos estilos.

Fonte: http://www.osrelpis.com/

Serviço:
Não É Possível! Cinema e Som” no Festival de Inverno
“Uma noite em 67” + Os Rélpis
18/07, segunda, às 20h. Grátis
Museu Oswaldo Russomano
End. R. Cel João Leme, 520

15 de julho de 2011

Espetáculo infantil "Bichos do Brasil'

O Circuito Cidade – Festival de Arte Serrinha, em parceria com o X Festival de Inverno de Bragança Paulista traz à cidade o espetáculo infantil “Bichos do Brasil”, da Cia. Pia Fraus. A apresentação acontecerá neste domingo, 17 de julho, às 16h, no Parque da Magia, Lago do Taboão.


“Bichos do Brasil” é um espetáculo que busca mostrar a riqueza da fauna brasileira através de recursos plásticos. Pautado nos bonecos, na música e na coreografia, procura criar o ambiente da mata sem exigir um comportamento humano de seus personagens. É um resgate para que não ocorra a extinção de nossos animais, dentro do imaginário popular, que tanta influência exerce como fonte inspiradora dos mitos populares brasileiros.



São três atores e mais de 50 bonecos feitos a partir de materiais naturais, cujas formas são estabelecidas por cabaças, que ganham novo tratamento e cores diversas, buscando dar uma abordagem
contemporânea a elementos rústicos e bonecos infláveis gigantes, promovem a retomada da Pia Fraus às suas origens: tornar contemporâneos elementos da Cultura Popular Brasileira.




Serviço:

"Bichos do Brasil" - Cia. Pia Fraus
Teatro Infantil
Domingo, 17/07 - 16h
Parque da Magia, Lago do Taboão

Livre. Grátis - Duração: 50 min

13 de julho de 2011

Rolê por Bragança

Em mais uma parceria entre o Circuito Cidade – X Festival de Arte Serrinha, o Espaço Edith Cultura e o X Festival de Inverno de Bragança Paulista, na quinta, dia 14/07, às 19h, no Mercado Municipal, acontecerá a abertura da "Exposição Fotográfica Coletivo Rolê". O projeto é apoiado pela Lei Municipal de Incentivo a Cultura de Bragança Paulista.

Coletivo Rolê
O coletivo Rolê registra em foto e vídeo o universo noturno da cidade de São Paulo. Em algumas passagens por Bragança em 2010, os fotógrafos do coletivo acompanhados de fotógrafos bragantinos captaram imagens de partes da cidade pouco percebidas e assim conseguiram criar novas visões de Bragança.
Coletivo Rolê

Atualmente o Rolê é formado por 13 integrantes: Carlos Pereira Junior, Cauê Ito, Charlie Oliveira, Edu Castello, Fabio Bento, Lucas Pupo, Maíra Acayaba, Marcos Cimardi, Paulo Batalha, Pedro Ianhez, Renato Missé e Ronaldo Franco. Fotógrafos profissionais e amadores, artistas visuais que vivenciam e registram a visão noturna das cidades. Os fotógrafos bragantinos que farão da exposição são: Alice Dalgalarrondo, Carolina Escobar, Bruna Dall’Ara e André Lisa.

Coletivo Rolê
Como o Rolê é um coletivo, todo o cenário da cidade durante a noite é descrito pelos mais variados estilos fotográficos, com os mais variados equipamentos e técnicas, incluindo material em vídeo, enriquecendo a qualidade e profundidade artística do trabalho.

Coletivo Rolê
Esta iniciativa foi concebida para ser um registro peculiar das cidades, a partir do olhar fotográfico que pode transformar detalhes sujos e sem importância do cotidiano noturno em arte e expressão cultural e urbana.

Coletivo Rolê
A abertura da exposição “Rolê por Bragança” acontecerá simultaneamente ao lançamento do projeto “Quintas no Mercado”, da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. A exposição ficará no Mercado Municipal entre os dias 14 e 31 de julho.

Coletivo Rolê

Serviço:
“Rolê por Bragança”
Exposição fotográfica
Coletivo Rolê
14 a 31 de julho
Mercado Municipal
Grátis.