Primeira etapa do projeto oferece oficinas em artes visuais e audiovisual gratuitas
A identidade, a memória social, o meio ambiente e patrimônio cultural material e imaterial de uma comunidade são os elementos culturais fundamentais para a compreensão da história local. Nossa identidade se estabelece a partir do jeito como nos apropriamos desse patrimônio, “vivendo-o”, e é por meio dessa identidade que nos localizamos perante o mundo.
A ideia é despertar na população um novo relacionamento espacial e temporal através de oficinas de desenho e fotografia, curso de produção audiovisual, curso de formação para professores, exposição de arte, intervenções artísticas e produção de documentários.
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| Gravação do documentário que faz parte do projeto, com Fátima Guimarães, André La Salvia e Gisa Picosque. Direção de Flávio Botelho |
Em sua primeira etapa, o projeto oferecerá para grupos de alunos uma Oficina de Desenho, com o artista plástico Paulo Von Poser e uma Oficina de Fotografia com o fotógrafo Eduardo Barcellos, com o objetivo de gerar aprendizado em artes visuais e exercitar um novo olhar sobre a questão da memória e do patrimônio. Os trabalhos resultarão na produção de uma exposição que terá visitação gratuita e aberta a toda a população.
A proposta da oficina de desenho é fazer caminhadas pelas ruas do centro da cidade, procurando e observando o que o olhar quiser desenhar especialmente elementos da memória bragantina. O público alvo dessa oficina são crianças de 8 a 12 anos e a duração da oficina é de 1 mês, sendo 4 encontros de 2 horas cada. O início das aulas está previsto para o dia 08 de maio das 15h às 17h. A participação é gratuita e a oficina acontecerá no Museu do Telefone com inscrições no local de terça a sábado das 10h às 17h ou através do e-mail: memoriasvivasbragantinas@gmail.com



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