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15 de abril de 2014
7 de setembro de 2013
Memória e Vida
Por André La Salvia
Diante do tema das 'memórias vivas' somos instigados a pensar: quais são as relações entre a memória e a vida? Podemos desdobrar um pouco mais, trazendo para esta questão perguntas filosóficas sobre o tempo, sobre o conhecimento e também sobre ética e cidadania.
Para começar,
podemos juntar a esta pergunta o trabalho do filósofo francês Henri Bergson,
para quem a memória necessariamente envolve a questão do tempo e do
conhecimento. Para o filósofo, o tempo não pode ser entendido como a sucessão
de instantes, como se um momento substituísse outro momento em uma linha
evolutiva/progressiva passado-presente-futuro. Senão estaríamos sempre apenas
no presente (o passado como um presente que passou e o futuro como um presente
por vir). Para ele nosso passado se conserva inteiro, cresce incessantemente e
existe ao mesmo tempo que o presente. E mais, em nossa memória todos os
acontecimentos passados coexistem, nossa memória não é cronológica, mas guarda
tudo junto.
Para começar,
podemos juntar a esta pergunta o trabalho do filósofo francês Henri Bergson,
para quem a memória necessariamente envolve a questão do tempo e do
conhecimento. Para o filósofo, o tempo não pode ser entendido como a sucessão
de instantes, como se um momento substituísse outro momento em uma linha
evolutiva/progressiva passado-presente-futuro. Senão estaríamos sempre apenas
no presente (o passado como um presente que passou e o futuro como um presente
por vir). Para ele nosso passado se conserva inteiro, cresce incessantemente e
existe ao mesmo tempo que o presente. E mais, em nossa memória todos os
acontecimentos passados coexistem, nossa memória não é cronológica, mas guarda
tudo junto.
Qual a relação
do passado com o presente? Nossas memórias se debruçam sobre cada presente tudo
de uma vez. É a percepção de um dado presente que nos estimula a acessar uma
parte deste passado em geral. Em cada
presente, toda nossa memória está em vias de se atualizar, são os momentos presentes
que estimulam uma região ou outra do passado possibilitando o acesso a
determinada lembrança e não outra. A memória não é um sistema de classificação
e registro do que se passou, mas o arcabouço de onde tiramos relações com o
presente que estamos vivendo. A memória é 'viva' porque ela insiste
virtualmente em nosso presente, não somente porque ela está em nós, mas porque
ela cria elos com a decifração/interação com o presente. Como o exemplo dado
por Marcel Proust, ao comer uma bolacha em um café, ao sentir seu gosto (um
estímulo presente), vem até ele memórias de sua cidade natal no campo e dos
chás com bolachas que tomava com uma tia doente.
Desse modo,
podemos dizer que Bergson nos propõe pensar o tempo como desdobrado: há um
tempo quantitativo, duro, da linha cronológica do passado-presente-futuro, útil
para nossa organização intelectiva e interação racional com o mundo; mas
podemos pensar em um outro tempo, um tempo da duração das mudanças
qualitativas, passagens de um estado a outro, transformações – crescer,
amadurecer, esverdear... Por exemplo, leva-se de quatro a seis meses para se
aprender natação, durante este tempo cronológico, em algum momento houve a
transformação de uma pessoa em um nadador. É o tempo de um acontecimento:
tornei-me nadador.

Fotos Antigsas de Bragança Paulista
Utilizar o
exemplo da aprendizagem aqui não é por acaso, mas sim porque essa ideia do
tempo nos faz encarar a aprendizagem como um processo ativo e intenso, onde nos
tornamos algo. Aprender não é um produto que adquirimos pronto e acabado, que
estaria presente em um livro ou com alguma pessoa com as quais entramos em
contato e adquirimos. Aprender seria operar uma transformação ao adquirir uma
novidade através de um processo, um processo que nunca cessa, porque o ideal é
nos tornarmos um 'eterno aprendiz'.
Qual a relação
do passado com o presente? Nossas memórias se debruçam sobre cada presente tudo
de uma vez. É a percepção de um dado presente que nos estimula a acessar uma
parte deste passado em geral. Em cada
presente, toda nossa memória está em vias de se atualizar, são os momentos presentes
que estimulam uma região ou outra do passado possibilitando o acesso a
determinada lembrança e não outra. A memória não é um sistema de classificação
e registro do que se passou, mas o arcabouço de onde tiramos relações com o
presente que estamos vivendo. A memória é 'viva' porque ela insiste
virtualmente em nosso presente, não somente porque ela está em nós, mas porque
ela cria elos com a decifração/interação com o presente. Como o exemplo dado
por Marcel Proust, ao comer uma bolacha em um café, ao sentir seu gosto (um
estímulo presente), vem até ele memórias de sua cidade natal no campo e dos
chás com bolachas que tomava com uma tia doente.
Desse modo,
podemos dizer que Bergson nos propõe pensar o tempo como desdobrado: há um
tempo quantitativo, duro, da linha cronológica do passado-presente-futuro, útil
para nossa organização intelectiva e interação racional com o mundo; mas
podemos pensar em um outro tempo, um tempo da duração das mudanças
qualitativas, passagens de um estado a outro, transformações – crescer,
amadurecer, esverdear... Por exemplo, leva-se de quatro a seis meses para se
aprender natação, durante este tempo cronológico, em algum momento houve a
transformação de uma pessoa em um nadador. É o tempo de um acontecimento:
tornei-me nadador.
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| Fotos Antigsas de Bragança Paulista |
Utilizar o
exemplo da aprendizagem aqui não é por acaso, mas sim porque essa ideia do
tempo nos faz encarar a aprendizagem como um processo ativo e intenso, onde nos
tornamos algo. Aprender não é um produto que adquirimos pronto e acabado, que
estaria presente em um livro ou com alguma pessoa com as quais entramos em
contato e adquirimos. Aprender seria operar uma transformação ao adquirir uma
novidade através de um processo, um processo que nunca cessa, porque o ideal é
nos tornarmos um 'eterno aprendiz'.
Consequentemente,
precisamos de um ambiente que possibilite o contato com o outro e com a
diversidade cultural, para alimentarmos essa aprendizagem infinita. A
coexistência das diferenças possibilita a eterna abertura para o outro. Dentro
dessa perspectiva, se torna necessário o princípio ético de construção do
espaço público como local de experimentação e aprendizagem para a convivência
com a diversidade.
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Fatos e Fotos de Bragança Paulista
E assim chegamos
a reflexão sobre a relação da memória, da vida e da cidade. Um pedaço de nossas
experiências se dá em nossas cidades (às vezes vivemos em mais de uma cidade ao
longo da vida). As memórias-cidades nos co-habitam também, coexistem com tudo
aquilo que sentimos, pensamos, desejamos. Independente do que se diga o que é
patrimônio histórico, quais lugares ou práticas devem ser preservadas, as
cidades podem preencher nossas necessidades de experimentação da diversidade
cultural, e também preservar vivo o acesso ao antigo, possibilitando ao nosso
olhar aspectos passados acessados a partir de estímulos presentes. Andado pelas
ruas, sentido seus cheiros, ouvindo seus barulhos, reparando nos contornos
arquitetônicos dos prédios, vendo os limites do seu horizonte, podemos
intensificar memórias. A memória-viva-cidade é o espaço público como arcabouço
de experiências possíveis de estímulo a reflexão e ao olhar.
Consequentemente,
precisamos de um ambiente que possibilite o contato com o outro e com a
diversidade cultural, para alimentarmos essa aprendizagem infinita. A
coexistência das diferenças possibilita a eterna abertura para o outro. Dentro
dessa perspectiva, se torna necessário o princípio ético de construção do
espaço público como local de experimentação e aprendizagem para a convivência
com a diversidade.
![]() |
| Fatos e Fotos de Bragança Paulista |
E assim chegamos
a reflexão sobre a relação da memória, da vida e da cidade. Um pedaço de nossas
experiências se dá em nossas cidades (às vezes vivemos em mais de uma cidade ao
longo da vida). As memórias-cidades nos co-habitam também, coexistem com tudo
aquilo que sentimos, pensamos, desejamos. Independente do que se diga o que é
patrimônio histórico, quais lugares ou práticas devem ser preservadas, as
cidades podem preencher nossas necessidades de experimentação da diversidade
cultural, e também preservar vivo o acesso ao antigo, possibilitando ao nosso
olhar aspectos passados acessados a partir de estímulos presentes. Andado pelas
ruas, sentido seus cheiros, ouvindo seus barulhos, reparando nos contornos
arquitetônicos dos prédios, vendo os limites do seu horizonte, podemos
intensificar memórias. A memória-viva-cidade é o espaço público como arcabouço
de experiências possíveis de estímulo a reflexão e ao olhar.
Uma consequência
ética desse pensamento seria o fato de que é necessário preservar a diversidade
cultural das cidades para que possam possibilitar a intensificação de memórias
para aqueles que se abrem a elas. Precisamos manter vivas certas memórias para
intensificar uma relação de reflexão: o que estamos ajudando a fazer de nós
mesmos? Que tipo de relação com a cidade eu quero? O que devemos preservar para
o futuro?
André La Salvia
é professor, filósofo e responsável pela série de curtas “Memórias Bragantinas”
17 de julho de 2013
Memórias Vivas Bragantinas promove caminhada cultural pelo centro da cidade
O projeto Memórias Vivas Bragantinas promove, no próximo sábado, dia 20/07, uma caminhada cultural pelo centro da cidade. A atividade será conduzida pelo professor e filósofo André La Salvia, responsável pela séria de curtas Memórias Bragantinas.
André conduzirá o grupo pelas ruas do centro de Bragança Paulista em um percurso recheado da boa prosa e boas memórias sobre o patrimônio histórico e arquitetônico da cidade. A concentração começa às 10h da manhã, do Mercado Municipal, onde acontece a exposição Memórias Vivas Bragantinas. A saída está marcada para as 10h30.
No último sábado, dia 13/07, um pequeno grupo participou do projeto piloto da caminhada. Regina Zanini Damásio esteve presente e conta o que achou: “Eu gostei bastante. Apesar de eu ser uma pessoa que já tem o hábito de admirar as construções, nada como fazer uma caminhada com quem tem um olhar técnico. Foi um passeio muito proveitoso para podermos criar um olhar mais atento ao patrimônio histórico. Eu recomendo que tudo mundo vá na próxima. E que os participantes também forneçam informações, para que isso seja multiplicado. O passeio foi muito rico troca de informações”, fala.
Depois de percorrer as ruas do centro de Bragança o grupo volta ao ponto de onde a caminhada começou: a exposição Memórias Vivas Bragantinas.
Todo sábado a exposição conta com a presença de artistas convidados, que participam da ação “troque uma memória por um retrato”. Os visitantes contam algo sobre a cidade ou sobre as próprias memórias pessoais e os artistas desenham no painel da exposição.
Durante a semana a exposição interativa conta com educadores no local, das 10h às 16h, que auxiliam os visitantes a conheceram mais sobre o projeto.
Serviço
Caminhada Cultural pelo Centro da Cidade: saída 10h30, do Mercado Municipal
Exposição Memórias Vivas Bragantinas
De 29 de junho a 28 de julho de
2013 das 7h às 17h.
Local: Mercado Municipal de
Bragança Waldemar de Toledo Funck
Rua Coronel Teófilo Leme 1240,
Bragança Paulista.
Entrada franca.
9 de março de 2013
Edith Cultura inicia projeto de Oficinas Culturais para jovens
Por Daniela Verde
Na próxima quinta feira, 14 de março, o
Espaço Edith Cultura dará inicio ao seu projeto-piloto de oficinas culturais
voltadas para o público jovem. Batizado de COMBO Serrinha de Oficinas Culturais,
este projeto consiste na realização de Oficinas de Teatro, Dança, Vídeo,
Arte de Rua e Poesia & Rap para jovens acima de 13 anos. Nesta primeira
fase, os moradores dos bairros da Água Comprida, Morro Grande, Boa Vista e
Serrinha serão os beneficiados, dado que as oficinas acontecerão no Galpão da
Igreja de São Sebastião na pracinha da Água Comprida, no Teatro Rural,
próximo ao Galpão Busca Vida e na Fazenda Serrinha, sede do Festival de Arte
Serrinha.
Com oficinas de duração de um a três
meses, o COMBO Serrinha objetiva promover atividades culturais, estimulando a
produção artística de jovens, divulgar informações de interesse desse público,
ampliar a formação, o conhecimento, as oportunidades e habilidades que auxiliem
na inserção social dos alunos, criar alternativas de lazer e convívio e
articular-se com as atividades já realizadas na Fazenda Serrinha, no Teatro
Rural e no Galpão Busca Vida, bem como integrar e apoiar as iniciativas locais.
A escolha da implantação do
projeto-piloto na zona rural de Bragança se deu pela íntima relação entre Edith
Cultura e Festival de Arte Serrinha e também do Festival com o entorno da
Fazenda Serrinha, dado que o Festival acontece há 12 anos e mantém atividades
culturais de férias nos bairros acima mencionados. Há anos a equipe Serrinha
expressa sua vontade em manter atividades continuadas dentro e fora da Fazenda
e 2013 se mostra o ano de grandes realizações!
Através do convênio firmado entre o
Espaço Edith Cultura e a Secretaria de Estado da Cultura será possível
viabilizar este tão sonhado desdobramento. E através de outra importante parceria, a Fazenda Serrinha será um dos Lugaresde Aprender, do projeto Cultura é Currículo, da Secretaria de Estado da
Educação. Isso
significa receber na Fazenda visitas de escolas públicas interessadas em
estudar Arte Contemporânea e Meio Ambiente in loco.
Depois da implantação desse piloto,
pretendemos ampliar o raio de ação do COMBO e buscar novas parcerias para
mantê-lo na zona rural e também levá-lo a outros bairros da cidade e quem sabe,
em outros municípios do país.
As oficinas serão ministradas pelos professores/artistas: Aline Pires Araújo, da Cia Cênia Tenda e do grupo de maracatu Cia. Malungos do Baque, que estará à frente das aulas de teatro; Richard Braga Moreno, da Beath of Dance que comandará as aulas de dança. Já André La Salvia, diretor da série Memórias Bragantinas e de O Belo Parado será responsável pela oficina de vídeo; Matias Espacial Picon, artista uruguaio radicado no Brasil desenvolverá a oficina de arte de rua, e Thiago Cervan, poeta, escritor, ativista, autor de Sumo Bagaço e um dos idealizadores do Sarau do Manolo, que acontece habitualmente em Atibaia, conduzirá a oficina de Poesia & Rap
Em tempo: embora nosso público-alvo
sejam os moradores dos bairros do entorno da Fazenda Serrinha, interessados de
outros bairros também podem se inscrever, mas estarão sujeitos a
disponibilidade de vagas. As oficinas são gratuitas. Para mais detalhes, acesse aqui no blog a página Fazenda Serrinha.
27 de dezembro de 2012
10 de dezembro de 2012
9 de dezembro de 2012
28 de outubro de 2012
27 de setembro de 2012
Novo clip do Leptospirose - Sometimes you´re beaten to the call
A banda bragantina Leptospirose lançou clip novo, cujas imagens raras são das festas de carnaval de Bragança Paulista nos anos 70, na Nipo, Tanque do Moinho e Literário.
O clip foi dirigido por André La Salvia, um dos responsáveis pelo projeto Memórias Audiovisuais de Bragança.
1 de setembro de 2012
30 de julho de 2012
22 de julho de 2012
19 de junho de 2012
Projeto Memórias Bragantinas
Por André Luis La Salvia
O projeto Memórias Bragantinas apresenta, através do canal no youtube, http://www.youtube.com/user/MemoriasBragantinas
vídeos onde tentamos reunir imagens do passado de Bragança e o seu presente.
No total já realizamos 06 vídeos.
Esperamos realizar muitos outros. Esta iniciativa tem como principal objetivo
gerar um arquivo audiovisual de fácil acesso a população desejosa de
experimentar fotos e vídeos de nosso passado em comparação com nosso presente.
Composto de
imagens-lembrança, neste projeto tentamos colocar uma memória-cidade
em circulação criando justaposições de semelhanças e
contraposições de diferenças. Afinal, poucos prédios mantém-se
mais ou menos originais, outros tantos perderam-se no implacável
correr dos dias.
O interessante fica por esta tentativa
de experimentar uma memória que não é pessoal, mas sim de uma cidade como se o
passado revisitado pudesse contar um pouco das histórias do que se viveu e do
que se viu quando se caminhava pelas ruas. Neste momento de retrospectiva do
que passamos nos últimos anos, ao mesmo tempo que se discute-se quais rumos tomar nos
próximos, em um agitado debate eleitoral, talvez seja importante cobrar dos
pré-candidatos seu compromisso em conhecer, respeitar e preservar a história de
nosso município.
Esperamos fomentar esta discussão
realizando vídeos que trazem um conhecimento histórico ao mesmo tempo que
refletem sobre o presente para ajudar nossos conterrâneos a pensar que
Bragança querem e em quais candidatos percebem seus anseios realizados. Vejo
como muito importante estabelecer este canal gratuito e sem fins lucrativos que
possibilita o acesso de qualquer cidadão, ao invés de ouvir calorosas
reivindicações muitas vezes de linguagem truculenta que apenas criticam ou
pedem outras sem propor ou estimular a reflexão. Portanto, conheça para poder
refletir, critique com consciência e proposta, seja cidadão e não um chato.
5 de maio de 2012
24 de novembro de 2011
"Memórias Bragantinas" - Arqueologia Audiovisual
Por André La Salvia
Neste ano de 2011 foi lançado um projeto que pretende fazer um resgate
das imagens do passado de Bragança Paulista - fotos e vídeos antigos de pontos
importantes da cidade - com a intenção de tornar público e de fácil acesso àqueles
que desejam se interar de nosso passado. Mas o projeto vai além, porque ao
mesmo tempo em que protagoniza essa arqueologia de imagens, preserva o presente
através da filmagem dos mesmos pontos encontrados nas imagens antigas como eles
estão hoje em dia.
Dessa forma, estamos em pleno trabalho. Fizemos uma pesquisa das imagens
antigas dos prédios, casas, ruas, igrejas, calçadas, pessoas e seus hábitos.
Então filmamos esses mesmos pontos como estão hoje, para depois, em um trabalho
de edição, mesclar essas imagens em um pequeno documentário que cria uma
visualidade desse ponto. Todo este trabalho é publicado na internet para ser
acessado livremente, já que o projeto possui um compromisso com a história e a
memória bragantinas e não possui fins lucrativos, muito menos a finalidade
eleitoral daqueles que parecem estar preocupados com nosso patrimônio histórico
mas com o objetivo de atingir eleitoralmente alguns ou mesmo se lançar como
opção.
Pretendemos lançar 16 pequenos vídeos, sendo que três já estão prontos e
podem ser conferidos nos endereços indicados abaixo. Ainda temos bastante
trabalho pela frente e esperamos, inclusive, contar com a participação de
interessados em contribuir com este projeto. Afinal quem tiver fotos ou filmes
antigos de nossa cidade pode nos procurar e colaborar.
Neste primeiro momento
não estamos procurando imagens familiares e sim de locais de referência e
pontos turísticos da cidade. As imagens podem contribuir muito para que esse
projeto resgate a memória audiovisual de nossa cidade, desde que estejam
comprometidos com seus objetivos já citados, ou seja, sem finalidade lucrativa
nem eleitoral.
Este projeto foi idealizado por André Luis La Salvia, com produção de
Carlos Finocchio da Candeia Produções e conta com fotografia de Juca La Salvia.
Curta a página do projeto no facebook: https://www.facebook.com/memoriasbragantinas
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