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25 de março de 2013

Daniela Verde participa da Tribuna Livre

A participação de Daniela Verde na Tribuna Livre da Câmara Municipal de Bragança Paulista foi transferida para o  dia 02/04/13. Mas o assunto continua o mesmo:ela representará o Edith Cultura e falará sobre as parcerias firmadas com a Fazenda Serrinha para o 1º Semestre de 2013: Educativo Serrinha, Combo Serrinha de Oficinas Culturais e 1º Encontro Entre Águas e Serras na Serrinha.





9 de março de 2013

Edith Cultura inicia projeto de Oficinas Culturais para jovens

Por Daniela Verde


Na próxima quinta feira, 14 de março, o Espaço Edith Cultura dará inicio ao seu projeto-piloto de oficinas culturais voltadas para o público jovem. Batizado de COMBO Serrinha de Oficinas Culturais, este projeto consiste na realização de Oficinas de Teatro, Dança, Vídeo, Arte de Rua e Poesia & Rap para jovens acima de 13 anos. Nesta primeira fase, os moradores dos bairros da Água Comprida, Morro Grande, Boa Vista e Serrinha serão os beneficiados, dado que as oficinas acontecerão no Galpão da Igreja de São Sebastião na pracinha da Água Comprida, no Teatro Rural, próximo ao Galpão Busca Vida e na Fazenda Serrinha, sede do Festival de Arte Serrinha.


Arte de Helena Ruschel


Com oficinas de duração de um a três meses, o COMBO Serrinha objetiva promover atividades culturais, estimulando a produção artística de jovens, divulgar informações de interesse desse público, ampliar a formação, o conhecimento, as oportunidades e habilidades que auxiliem na inserção social dos alunos,  criar alternativas de lazer e convívio e articular-se com as atividades já realizadas na Fazenda Serrinha, no Teatro Rural e no Galpão Busca Vida, bem como integrar e apoiar as iniciativas locais.



A escolha da implantação do projeto-piloto na zona rural de Bragança se deu pela íntima relação entre Edith Cultura e Festival de Arte Serrinha e também do Festival com o entorno da Fazenda Serrinha, dado que o Festival acontece há 12 anos e mantém atividades culturais de férias nos bairros acima mencionados. Há anos a equipe Serrinha expressa sua vontade em manter atividades continuadas dentro e fora da Fazenda e 2013 se mostra o ano de grandes realizações!



Através do convênio firmado entre o Espaço Edith Cultura e a Secretaria de Estado da Cultura será possível viabilizar este tão sonhado desdobramento. E através de outra importante parceria, a Fazenda Serrinha será um dos Lugaresde Aprender, do projeto Cultura é Currículo, da Secretaria de Estado da Educação. Isso significa receber na Fazenda visitas de escolas públicas interessadas em estudar Arte Contemporânea e Meio Ambiente in loco.  

Depois da implantação desse piloto, pretendemos ampliar o raio de ação do COMBO e buscar novas parcerias para mantê-lo na zona rural e também levá-lo a outros bairros da cidade e quem sabe, em outros municípios do país.



As oficinas serão ministradas pelos professores/artistas: Aline Pires Araújo, da Cia Cênia Tenda e do grupo de maracatu Cia. Malungos do Baque, que estará à frente das aulas de teatro; Richard Braga Moreno, da Beath of Dance que comandará as aulas de dança. Já  André La Salvia, diretor da série Memórias Bragantinas e de O Belo Parado será responsável pela oficina de vídeo; Matias Espacial Picon, artista uruguaio radicado no Brasil desenvolverá a oficina de arte de rua, e Thiago Cervan, poeta, escritor, ativista, autor de Sumo Bagaço e um dos idealizadores do Sarau do Manolo, que acontece habitualmente em Atibaia, conduzirá a oficina de Poesia & Rap



Em tempo: embora nosso público-alvo sejam os moradores dos bairros do entorno da Fazenda Serrinha, interessados de outros bairros também podem se inscrever, mas estarão sujeitos a disponibilidade de vagas. As oficinas são gratuitas. Para mais detalhes, acesse aqui no blog a página  Fazenda Serrinha.

1 de fevereiro de 2013

Novos rumos para as Políticas Culturais de Bragança


Por Daniela Verde

Em novembro passado fui convidada pela equipe do governo Fernão Dias a fazer parte do grupo de transição da Secretaria de Cultura. Durante as três reuniões realizadas, discutimos o plano de governo do PT para a área, considerando os programas e obras em andamento, orçamento 2013 e possíveis desdobramentos, metas, projetos e anseios para o desenvolvimento de Políticas Culturais no nosso município.

Nos encontros, foram discutidos cinco pontos principais. Ações mais imediatas, como o Carnaval. E questões não menos importantes, mas não tão iminentes, como Associações e Convênios; Capacitação de profissionais da área; Orçamento x Agenda Cultural; Centro Cultural: criação x finalização das obras iniciadas.

Foto Coletivo Rolê

A posse de Fernão Dias retoma a possibilidade de discussões da criação de Políticas Culturais para o nosso município, representa a ruptura de paradigmas, já que é a primeira vez que o Partido dos Trabalhadores assume a Prefeitura de Bragança Paulista.

Representa também a esperança de criação do orçamento participativo para o setor cultural, onde a classe artística e interessados de modo geral possam opinar sobre os rumos da pasta, ajudando a construir muito mais que um simples calendário de eventos para Bragança. Lembrem-se, Cultura não se faz só com eventos. Esperamos que haja abertura para consolidação de uma Secretaria de Cultura que considere a diversidade cultural, a liberdade social, a cultura digital, o patrimônio histórico material e  imaterial, o desenvolvimento econômico do setor através de incentivos, a profissionalização da área, além de ações que se alinhem à “Economia Criativa”.

Intervenção "Pets" de Eduardo Srur - Foto de Guilher Yuji

Esperamos que se caminhe para a destotalização do conhecimento, considerando que não existem verdades absolutas, para que a população possa opinar na construção de políticas públicas nessa área. Esperamos que haja uma ruptura de hierarquias e que a interconexão entre todos os interessados conduzam a gestão da pasta, considerando que a construção de políticas culturais está ligada à manutenção da vida e deve ser pensada para uma sociedade que não é estática.

Arte no Muro - Cardápio Underground 201 - Foto de Renato Amadeu do Carmo

Para tanto, a associação da qual faço parte, o Espaço Edith Cultura, se coloca à disposição para ajudar nesse processo, fazendo valer sua missão de promover e incentivar o desenvolvimento da produção e do pensamento cultural e artístico, criando um intercâmbio entre ações locais e globais. Boa sorte ao novo prefeito, ao novo secretário Noy Camilo.  A boa sorte da cultura na nossa cidade está diretamente ligada à deles. Contem conosco!  

11 de maio de 2012

Parceria: um bom caminho para realização de projetos

Por Daniela Verde


ATO 1- parceria Edith Cultura – KinÔ (SP)

Há oito anos, a 1ª Virada Cultural de São Paulo (2005) trazia uma programação enxuta e envolvia apenas seis lugares na região central da cidade (Galeria Olido, Vale do Anhangabaú, Biblioteca Mário de Andrade, Praça Roosevelt, Mercado Mundo Mix e Teatro Municipal), uma escola de samba na zona Norte, duas praças na zona Leste, o SESC Pompeia na zona Oeste e o Museu do Ipiranga na zona Sul. Ainda não havia a proposta de programações ininterruptas durante 24 horas, mas o metrô foi aberto pela primeira vez em sua história durante as 24horas do dia.

Neste dia, conheci uma pessoa que se tornou parceira na realização de projetos culturais. Foi neste ambiente propício que nos aproximamos por afinidades ideológicas e iniciamos discussões que resultaram em diversos projetos. Ela se tornou importante colaboradora no processo de formalização do Edith como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) e também fundou um cineclube a céu aberto, o KinÔ, do Ô de Casa Hostel  Hoje nossos cines são parceiros: Edith em Bragança e KinÔ em São Paulo. Sempre trocamos experiências, equipamentos, ideias, filmes, livros, textos, enfim, estabelecemos uma parceria que traça estratégias práticas para a concepção, desenvolvimento e realização de projetos que no início eram simplesmente boas ideias.

KinÔ Cine Piscina - Ô de Casa Hostel

ATO 2 – parceria Edith Cultura – ASES (Associação de Escritores de Bragança Paulista)

Por meio do texto publicado nesta mesma coluna em 28/03/2012 - Sonho ou Realidade Possível? -, no qual discorri sobre a ocupação cultural de prédios históricos do centro da cidade , e através dos encontros com representantes da ASES em ambientes favoráveis como as reuniões do Comcultura (Conselho Municipal de Cultura) e da CMIC (Comissão Municipal de Incentivo à Cultura), o Edith estabeleceu uma parceria que resultará no retorno periódico das atividades cineclubistas na cidade de Bragança!

O Cineclube do Edith Cultura tem o prazer de anunciar o retorno de suas exibições de filmes nas  últimas quartas-feiras de cada mês no prédio da ASES, sempre às 19h30, horário este que permite um tradicional debate cineclubista no final de cada sessão,. O estabelecimento de parcerias também é responsável pela promoção desses debates, sendo o primeiro conduzido por Mathias Abreu Lima Filho, professor de filosofia da FESB e representante da ABAP - Associação Bragantina de Artes Plásticas. A primeira sessão será dia 30 de maio, com um filme de Pedro Almodóvar a ser definido.

Parabéns à ASES, que no dia 17 de maio comemorará 20 anos de existência e continua fazendo valer seus objetivos sociais, “se colocando a serviço da comunidade no setor educacional e cultural”, e mostrando-se capaz de encarar novos desafios e estabelecer novos diálogos, não só no âmbito da literatura, mas da cultura em geral. Esse é um ótimo exemplo a ser seguido pelos coletivos culturais, pois são atitudes como essas que contribuem para a construção de uma base cultural sólida em Bragança.

Convite ASES 20 anos

Nota: A solenidade de comemoração dos 20 anos da ASES - Associação de Escritores de Bragança Paulista - será no dia 17 de maio, quinta-feira, às 20h, no Salão Nobre da Prefeitura Municipal de Bragança Paulista. Todos estão convidados.

28 de abril de 2012

O poder da “Economia Nova”


Por Daniela Verde e Marina Amazonas

O Brasil já foi considerado o país do futuro, teve um presidente apelidado de ‘o cara’, por sua importância no cenário internacional, e agora tem, pela primeira vez na história, uma mulher como chefe maior do Poder Executivo. As provas reais do desenvolvimento do país estão por todos os lados. Mas apesar dos avanços visíveis na economia nacional, um setor continua relegado ao segundo plano: o cultural. Como se não fosse igualmente importante para o crescimento do país enquanto nação. É consenso entre estudiosos e analistas que não há desenvolvimento de fato sem acesso à cultura.

Precisamos ter em mente que desenvolvimento vai além da esfera econômica e envolve também melhorias territoriais, humanas e sociais. Todas, aliás, devem ser gerenciadas de forma sustentável para, assim, garantirmos que seus resultados se perpetuem. Claro que houve melhorias no setor. Prova disso é que, de acordo com o secretário-executivo do Ministério da Cultura (Minc), Vitor Ortiz, o orçamento da pasta para 2012 será um dos maiores da história. Mas o cenário atual ainda está longe de ser considerado ideal.


Imagem de Quique Brown   http://instagr.am/p/Js3PiJRfxq/

 Para avançarmos, mais que o repasse de recursos, é preciso encarar o setor cultural de forma multifacetada e enxergar nele possibilidades empreendedoras. Algumas iniciativas se destacam como possíveis modelos de negócios para embalar a chamada ‘Economia Nova’, que inclui difusão da cultura e do conhecimento, no entendimendo do próprio Minc e do BNDES. Em Recife (PE), o Festival Abril pro Rock (APR), que realizou sua vigésima edição no último fim de semana, é um expoente nacional. Por meio de shows, o evento tem como principais objetivos levar a música produzida em Pernambuco ao restante do país, revelando novas bandas. No sentido inverso, ele leva ao público pernambucano, grandes e emergentes nomes do rock nacional e internacional.


O APR estimula e contribui para o desenvolvimento da economia criativa, promovendo a circulação de bens e serviços culturais. Há três anos, uma programacão de minicursos foi integrada ao Festival. São temas altamente especializados, em áreas como fotografia de shows, videoclipe, música e empreendedorismo cultural, jornalismo e crítica musical, entre outros. A ampliação das atividades no Abril pro Rock só reforça a importância da ‘Economia Nova’.



    Imagem de Quique Brown   http://instagr.am/p/JsmTSjRf5F/

A iniciativa de unir ensino/trocas de conhecimento a uma agenda cultural proporciona a oportunidade de inclusão no mercado de trabalho e capacitação de profissionais, com ganhos sociais e econômicos (sim, gera renda!) ao estado de Pernambuco. Mas, infelizmente, por serem ativos intangíveis, eles não se encaixam nos paradigmas da economia industrial clássica, mas sim em um modelo que tende a colocar a inovação e a adaptação às mudanças em primeiro plano. Nesse modelo, a capacidade criativa, o material humano, tem tanto peso quanto o aporte de capital e por isso a capacitação frequente é tão relevante.

E Bragança?

Em menor escala orçamentária, isso já acontece por aqui. Citando apenas ações ligadas ao Edith Cultura, posso exemplificar o Festival Cardápio Underground, que promove a circulação de artistas de diversas áreas. O Festival de Arte Serrinha, que proporciona, além da circulação de artistas, cursos valiosos no quesito propriedade intelectual. Há ainda a programação do cineclube e toda a agenda de shows trazidos para a cidade, sempre buscando a multiplicação cultural.

Festival de Arte Serrinha
A economia da cultura tem ainda vasto potencial de produção e distribuição de riquezas de forma sustentável em Bragança Paulista. Seja através de iniciativas da sociedade civil organizada, poder público, terceiro setor ou (por que não?) da colaboração entre eles. Verdade seja dita, é possível, sim, trazer desenvolvimento para a cidade, com base nos conceitos da ‘Economia Nova’, através do estímulo à produção e difusão cultural. É um nicho da economia que devemos ficar de olho.

Daniela Verde é Diretora-Executiva do Edith Cultura. 
Marina Amazonas é jornalista e colaboradora do Edith Cultura.

7 de abril de 2012

Cadê Bragança?


Por Quique Brown

O que Natal, São Bernardo e São Paulo têm em comum? No quesito cultura colaborativa, mais do que você pode imaginar. Na última semana, Daniela Verde, do Edith Cultura, publicou aqui um texto chamado "Sonho ou realidade possível?". Ela falava sobre o Festival Baixo Centro, que rolou no centro de São Paulo, na semana passada, graças à interação de vários grupos culturais em uma ação coordenada sob o mesmo “teto”. Na ocasião, o Edith organizou uma mostra de filmes infantis pra criançada de uma área ocupada.

Aproveitando a deixa, vou soltar duas experiências que vivi com o Leptospirose em eventos semelhantes. O primeiro aconteceu em Natal (RN), em uma parceria entre o poder público, a sociedade civil e uma grande empresa, quando vários espaços diferentes organizaram um festival integrado. O segundo foi em São Bernardo do Campo (SP), num espaço gigante da prefeitura (provavelmente uma fábrica desativada), que abriga vários pólos. Vamos aos fatos:

Leptospirose - Fonte: http://www.flickr.com/photos/dosol  

Domingo, 7 de agosto de 2011 | Conexão Vivo | Natal-RN

A parte baixa do Bairro da Ribeira, em Natal, abriga uma série de bares e centros culturais dos mais variados estilos. O Projeto Conexão Vivo promoveu na região, durante boa parte do ano passado, no primeiro domingo de cada mês, uma ação conjunta com boa parte dos bares e centros culturais da região. A iniciativa deu origem a um conglomerado imenso de shows, peças, mostras, oficinas, etc. Tudo grátis, pra todo mundo! Cada espaço tinha autonomia total para cuidar da sua programação e, pelo menos no dia em que tocou o Leptospirose, o sucesso do evento foi fenomenal. Muita gente circulando pelas ruas do bairro, entrando e saindo dos bares e centros culturais, cortejos, blocos e bandas pela rua, o dia inteiro, sem pausa!

A gente tocou no DoSol, clássico centro cultural de Natal, que organiza todos os anos o Festival de mesmo nome e é gerido pelo casal Foca e Ana Morena. Eles já estiveram duas vezes em Bragança com tocando com sua banda, Camarones Orquestra Guitarristica e dando palestra. Depois do Leptospirose, tocou MC Priguissa (com dois ésses mesmo) dono de um reggae/dub/rap/funk/safado. Fiquei imaginando como seria a recepção do público camiseta-preta-de-caveira com o som dos caras. Quando saí do camarim, tomei um susto muito doido, já não tinha nenhum caveirista no ambiente, era só a galera descendo até o chão (se é que você me entende). Aproveitar-se de espaços e produtores que estão em ação é o que há! Mas sem muita filosofia. Vamos pro próximo tópico:

Quique Brown, Anderson Foca e Velhote - 
Fonte: http://www.flickr.com/photos/dosol
 
Domingo, 19 de fevereiro de 2011 (carnaval) | Hardcore Contracultura | São Bernardo do Campo (SP)

Juninho, produtor do nosso último disco, nos chamou pra tocar durante o carnaval em São Bernardo do Campo. Na minha cabeça, íamos tocar numa pista de skate mas, o que eu encontrei, foi algo sinistramente maior. O show aconteceu num espaço chamado Cajuv (Coordenadoria de Ações para a Juventude) que, na verdade, é um espaço dentro de outro bem maior (provavelmente uma fábrica desativada). O local abrigava vários outros espaços, tipo Centro de Referência ao Idoso, Programa de Atendimento ao Trabalhador, Conselho Tutelar.

O Cajuv oferece várias dezenas de cursos para os jovens da cidade, desde violino e auxiliar administrativo até DJ de casa noturna e skatista (em várias modalidades), passando por história em quadrinhos, jazz, gestão de projetos, entre outros. Não houve consumo de bebidas alcoólicas no local e, após os shows, todos os presentes desfrutaram de uma maravilhosa macarronada de arroz com legumes.

Além desse show de hardcore, o Centro de Referência ao Idoso organizou um carnaval de marchinhas no seu “local” e, durante todo o evento de rock, foi possível ver muitos avós dando um “tempo” no nosso show - com seus netos fantasiados de Batman, pirata, Cinderela etc.

No intervalo dos shows, rolaram oficinas de estêncil, filmes, debates e sorteio de shapes.  Do início até o fim do rock, quem tava com o skate debaixo do braço pode desfrutar de uma boa volta ou na miniramp que tinha do lado direito (próximo ao camarim) ou na pista de street que ficava do lado esquerdo (próximo ao banheiro).

Nesse contexto, por que Bragança Paulista não aproveita a onda colaborativa, tanto com movimentos organizados da sociedade civil, quanto com ações (já existentes ou provocadas) da iniciativa privada? Quem sabe quando voltarmos a falar do assunto nesse espaço, possamos incluir a cidade entre as que têm algo em comum com tantas outras, como Natal, São Bernardo e São Paulo.

Circuito Cidade 2011 - Cineclube com Beto Brant e Renato Ciasca
Foto de Guilherme Yuji
 

Quique Brown é pedagogo, fundador/colaborador do Edith Cultura, sócio-diretor da Escola de Música Jardim Elétrico, autor do livro "Guitarra e Ossos Quebrados", produtor do "Cardápio Underground", além de guitarrista e vocalista da banda Leptospirose.